Bonsai exige técnica e paciência
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Bonsai exige técnica e paciência

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Arte e filosofia plantadas em uma bandeja ou vaso. Assim é o bonsai. As árvores chamam a atenção pelo tamanho e apresentam todas as características de uma planta maior.

Acredita-se que os chineses já tinham interesse em cultivar árvores em vasos por volta de 700 anos a.C. Mas foi somente com a influência do Japão, especialmente por causa do budismo, que a técnica começou a se difundir. No Brasil, chegou com os primeiros imigrantes.

O policial militar aposentado Eduardo Moretti não tem descendência japonesa. É um gaúcho que se rendeu ao encanto das árvores em vasos há 24 anos, quando trabalhava como policial rodoviário.

Ele conta que o bonsai derruba as folhas velhas no inverno para se renovar, o que é um ensinamento para ser seguido na vida pessoal.

(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 18/08/2019)

A muda pode ser de uma árvore qualquer, desde que tenha caule lenhoso. Ela fica pequenininha por causa das podas e da aramagem.

No Brasil existem sete grupos organizados de bonsaístas. Um deles fica em São José do Rio Preto (SP). Atualmente, o número de interessados cresceu muito. São 30 associados, além de umas 200 pessoas que participam dos eventos. João Porto, presidente do Clube do Bonsai do município, cultiva essas miniaturas há mais de duas décadas.

O veterinário José Frederico Neves se apaixonou por bonsai há 15 anos. Mas por muito tempo a relação não passou de uma paquera. Há três anos, decidiu cultivar as árvores. Os cursos são constantes e, para ele, o bonsai é mais que um hobby. É uma terapia que exige paciência acima de tudo.

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