Bolsonaro dá posse a Jorge Oliveira como novo ministro da Secretaria-Geral
Política

Bolsonaro dá posse a Jorge Oliveira como novo ministro da Secretaria-Geral

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O presidente Jair Bolsonaro deu posse nesta segunda-feira (24) a Jorge Antonio de Oliveira como novo ministro da Secretaria-Geral. Bolsonaro também deu posse a Floriano Peixoto como novo presidente dos Correios.

Jorge Oliveira é major da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal e substituirá Floriano Peixoto no cargo.

Esta é a segunda troca no comando da Secretaria-Geral no governo Bolsonaro. O primeiro a chefiar a pasta foi Gustavo Bebianno, que deixou o cargo após se envolver em uma polêmica com um filho do presidente da República.

O segundo ministro foi Floriano Peixoto, que assumirá os Correios após Bolsonaro ter dito que o então presidente da estatal, Juarez Cunha, se comportava como "sindicalista" e seria demitido.

Novo ministro

Advogado e policial militar da reserva, Oliveira concluiu o ensino médio no Colégio Militar de Brasília e chegou ao posto de major na Polícia Militar do Distrito Federal. Ele passou para a reserva em 2013.

Formado em Direito, Oliveira fez curso de produção de conhecimentos e operações na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e trabalhou de 2003 a 2018 no Congresso Nacional.

O novo ministro foi assessor parlamentar da PM-DF e assessor jurídico de Jair Bolsonaro, que era deputado federal. Ele trabalhou com o filho do presidente, o também deputado Eduardo Bolsonaro, nas funções de chefe de gabinete e assessor jurídico do parlamentar.

'Missão' de Floriano Peixoto

Durante entrevista na semana passada, Bolsonaro afirmou que não há um prazo para privatizar os Correios, uma vez que a ação depende de aval do Congresso Nacional. "Não temos prazo, há uma intenção, sim, está no radar esta questão", disse.

O presidente destacou que a "missão" de Floriano Peixoto é "fazer o melhor possível" para a estatal. Ele deu como exemplo de missão quase "impossível" de cumprir a recuperação das perdas do fundo de pensão dos funcionários dos Correios, o Postalis, citado em investigações de casos de corrupção.