Expedição Rio Bananal

Expedição Rio Bananal/Foto: Prefeitura de Goianorte-To/Divulgação

Meio-ambiente

Plásticos podem estar presentes no ar que respiramos

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A Universidade Federal do Ceará participa de um programa internacional chamado de I-Plastic que é uma iniciativa da Joint Programming Initiative Healthy and Productive Seas and Oceans (JPI Oceans). A ideia é juntar vários países para aumentar o impacto dos investimentos em pesquisas e inovação marítima. O objetivo principal é tentar rastrear a dispersão e os impactos ambientais causados por micro e nano partículas de plásticos por todo o Planeta.

O professor Rivelino Martins Cavalcante, pesquisador do Instituto de Ciências do Mar – Lobomar, falou ao programa Brasil Rural e disse que o Brasil está 10 ou 15 anos atrasado no estudo sobre o assunto, já que ainda não conhecemos sequer os danos causados pelos resíduos plásticos que são visíveis, enquanto muitos países já se preocupam com as partículas que de tão pequenas são invisíveis, mas já foram encontradas até na água potável.

“Alguns estados no continente de países desenvolvidos estão encontrando nano plástico na água de tomar (…) são estados no centro do continente que não têm relação com o mar. Ninguém sabe ainda como explicar isso”. 

 

Para o professor, essas partículas podem estar até no ar que respiramos, a exemplo do pó de borracha que se solta do desgaste dos pneus.

Ouça no player abaixo: