Lagum toca 'Coisas da geração' entre baladas, reggaes e rock do segundo álbum da banda mineira
Blog do Mauro Ferreira

Lagum toca 'Coisas da geração' entre baladas, reggaes e rock do segundo álbum da banda mineira

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O título do segundo álbum da banda mineira, Coisas da geração, está em sintonia com o universo juvenil desse quinteto originado de Brumadinho (MG), formado em 2014 e já com forte conexão com o público igualmente jovem que consome músicas e emoções baratas pela web.

Com amostras dadas nos três meses anteriores pelos singles Detesto despedidas (apresentado em março), Chega de manso (arremessado em abril nas plataformas de áudio) e Andar sozinho (editado em maio com a participação do cantor Jão), o álbum Coisas da geração foi lançado ontem, 14 de junho, com 14 faixas idealizadas para manter a conexão do grupo com a juventude dos anos 2010.

No ameno tom pop dos três singles que precederam o álbum produzido por Paul Ralphes, Pedro Calais (voz), Otávio Cardoso (voz e guitarra), Jorge (guitarra), Francisco Jardim (baixo) e Tio Wilson (bateria) tentam evocar o toque do violão de Jorge Ben Jor na introdução de Falando a verdade, explicitam influências do pop dos anos 1980 em Grato um tanto, seguem a batida do rock em É seu, apresentam escrita autobiográfica em Pedro e se banham em águas jamaicanas em Reggae bom, Vai doer no peito e já conhecida Detesto despedidas.

Entre baladas como Se for pra ser, o Lagum simula conversa entre mãe e filho (sobre a necessidade da liberdade) na letra de Oi, faixa promovida com o lançamento de clipe dirigido por Phill Mendonça.

O disco Coisas da geração sai três anos após o primeiro álbum do Lagum, Seja o que eu quiser (2016).