Ibama abre contratações para combater queimadas no DF e outros 17 estados
Distrito Federal

Ibama abre contratações para combater queimadas no DF e outros 17 estados

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriu contratação para brigadistas temporários que devem atuar em incêndios florestais no Distrito Federal e outros 17 estados do país.

A autorização foi publicada em portaria no Diário Oficial da União (DOU), nesta sexta-feira (23). A medida tem o objetivo de fortalecer o combate às queimadas nas unidades da federação onde já foi declarado estado de emergência ambiental.

Os locais que receberão brigadistas temporários são:

  • Acre
  • Amapá
  • Amazonas
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio de Janeiro
  • Rondônia
  • Roraima
  • Tocantins

A seleção e contratação será feita pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Ibama. A portaria publicada no DOU prevê equipes que possuam entre 13 e 44 integrantes.

As maiores brigadas serão destinadas ao combate de incêndios florestais no Distrito Federal. Segundo a portaria, essas equipes devem ser formadas por:

  • 2 brigadistas chefes de brigada
  • 6 brigadistas chefes de esquadrão
  • 36 brigadistas para a prevenção

Até o dia 17 de agosto deste ano, já foram registradas 4,5 mil ocorrências de incêndios florestais na capital federal. O número é maior que os 4,2 mil casos registrados no mesmo período do ano passado.

Também cresceu a área queimada no DF. Até julho de 2019, foram 3.035,57 hectares. No ano passado, no mesmo período, a área total somou 1.436,41 hectares.

Queimadas no Brasil

Em todo o Brasil, o número de incêndios florestais também subiu. Segundo levantamento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o índice entre janeiro e agosto deste ano é o maior para o período em 7 anos.

Em comparação com o ano passado, o aumento é de 82% – destas, 52,5% estão na Amazônia. O Cerrado é responsável por 30,1%, seguido pela Mata Atlântica, com 10,9%.

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