Estudantes fazem manifestação no acesso ao campus da UFSM
Rio Grande do Sul

Estudantes fazem manifestação no acesso ao campus da UFSM

  • Compartilhar
  • Compartilhar
  • Compartilhar

Quer receber notíticas em tempo real? Curta o Notícia Plus

Estudantes e servidores participam de manifestação em frente ao arco que dá acesso ao campus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), desde as 7h30 desta terça-feira (13). O trânsito no local é bloqueado a cada cinco minutos.

A Avenida Roraima e as ruas próximas registraram congestionamento, já que o local é de bastante movimento para quem se desloca para a UFSM e para o hospital universitário.

O Dia Nacional de Greve foi convocado pelas centrais sindicais em protesto ao programa do governo federal Future-se e cortes no orçamento do Ministério da Educação.

Os estudantes entregam panfletos aos motoristas com as reivindicações, além de levarem bandeiras e faixas pedindo mais apoio às universidades.

De acordo com a UFSM, alguns serviços foram afetados em função da paralisação de técnicos-administrativos. O restaurante universitário, que serve em média oito mil refeições por dia, não vai funcionar nesta terça. A biblioteca central e diversos laboratórios também estão sem serviços.

Na rede estadual de educação, as escolas Maria Rocha e Cícero Barreto, as maiores do município, estão sem aulas. Outras também realizam protestos parciais. O Cepers Sindicato deve divulgar, durante o dia, um levantamento da situação na região.

No Instituto Federal de Júlio de Castilhos e no Instituto Federal de São Vicente do Sul, as manifestações também acontecem pela manhã. Algumas turmas estão sem aulas. As atividades são organizadas pelos diretórios acadêmicos e na maioria das turmas são relacionadas conversas e debates.

Alegrete

A Universidade Federal do Pampa (Unipampa), em Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, também registra manifestações e falta de aula de forma parcial. De acordo com a instituição, as paralisações ficaram a critério de cada professor.

Porto Alegre

Na Capital, de acordo com informações da Secretaria Estadual de Educação, houve pouca adesão até o último levantamento, divulgado às 10h. Das 247 escolas da rede estadual de ensino, apenas 93 deram retorno à Seduc. Destas, 14 aderiram à paralisação total e cerca de 25 estão funcionando parcialmente.