Saúde

Casos de malária na capital amazonense caem 21% em 2019

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A capital amazonense, Manaus, registrou 6.522 casos de malária em 2019.

 

Uma queda de 21% nas ocorrências da doença, em relação ao ano anterior.

 

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a redução se deve à busca ativa de casos suspeitos; ações para diagnóstico precoce e tratamento; Educação em Saúde; implantação, monitoramento e reposição de mosquiteiros impregnados com inseticida; aplicação de biolarvicida; borrifação nas casas para o controle do mosquito transmissor da doença; além do monitoramento e avaliação de criadouros.

 

Ainda assim, é preciso ter cuidado. 17% dos casos de malária em Manaus foram registrados em invasões, com 1.123 notificações de janeiro a dezembro de 2019.

 

Segundo informações do Núcleo de Controle da Malária da Secretaria de saúde, as áreas de floresta com manancial de água limpa são o habitat natural do mosquito transmissor da doença.

 

Quando ocorrem invasões nessas áreas, normalmente na periferia da cidade, há um aumento na incidência de malária por conta do crescimento da população, que fica mais suscetível à picada do mosquito infectado, o que potencializa o risco de transmissão e de surtos da doença

 

Além das áreas de ocupação desordenada, a prática da piscicultura, abertura de estradas e ramais, balneários, retiros religiosos e outras atividades laborais em áreas de risco, também são fatores determinantes para a manutenção e dispersão tanto da doença quanto do vetor de transmissão.

 

A malária é uma doença infecciosa produzida por protozoários. O principal vetor de transmissão é o mosquito Anopheles.

 

O Brasil é o país que mais registra casos de malária na região das Américas e atualmente os estados do Amazonas, Pará e Roraima acumulam quase 77% dos casos notificados durante o ano de 2019