Justiça

Autoridades reúnem-se e tentam solução para doença de pele em presídio de RR

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Na busca de encontrar soluções para o quadro de doença de pele em detentos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, estão reunidos o Ministério Público de Roraima, a Defensoria Pública, as secretarias de Saúde e de Justiça e Cidadania, além de representantes do Poder Judiciário.

 

Vinte e quatro presos estão internados no Hospital Geral de Roraima. O Ministério Público já pediu a interdição parcial da penitenciária e o isolamento de presos infectados, mas até o momento a juíza da Vara de Execuções Penais, Joana Sarmento, ainda não se manifestou.

 

O presidente da OAB Roraima, Ednaldo Vidal, visitou o presídio na última sexta-feira (17) e ressalta a omissão do poder público.

 

Já foram protocolados diversos ofícios da OAB ao Ministério dos Direitos Humanos, ao Supremo Tribunal Federal, à Câmara dos Deputados, entre outros órgãos. A Defensoria Pública do Estado também enviou ofícios à Vigilância Sanitária e à Defesa Civil de Boa Vista para que tomem providências em relação às condições sanitárias e físicas da penitenciária.

 

A Secretaria Estadual de Saúde informou, em nota, que ainda não foi notificada sobre a recomendação de interdição parcial da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, feita pelo Ministério Público. Acrescentou que somente após ter acesso ao documento irá se pronunciar oficialmente sobre o caso.

 

A secretaria ressalta que as análises laboratoriais feitas pela Coordenação Geral de Vigilância em Saúde descartaram a hipótese de bactéria não identificada. Segundo a Vigilância em Saúde, trata-se de uma infecção de pele oportunista, que ocorre quando já existe uma lesão de pele tipo escabiose.